Ô tempo ingrato...
Que longe de ti demora,
E perto passa rápido.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
Conto-te um conto.
primeira tentativa. segunda. esse isqueiro não me serve de mais nada, pra piorar, não tenho fósforos. tenho um vazio bem grande e uma vontade de fumar maior ainda. acho que já posso concluir: terei um dia daqueles.
sempre fui acostumado a viver em solidão. cercado de amigos, os mesmos, sempre. mas em solidão. sempre fui acostumado a viver em solidão. estou me repetindo?
meu humor anda em clima de ultra-romantismo... eu, ser egocentrico, amo, apaixono-me, mato, morro, me mato. sofro, e acho beleza no sofrimento. minha degradação é uma obra de arte.
estou sofrendo e isso não dá mais para dissimular. amo como num conto. vivo como um fugitivo. sempre tive problemas em diferenciar a realidade da minha imaginação.
respira. estou fenecendo nessa cama, vou morrer de amor aqui, para sempre, nessa cama, e ninguém nunca me achará. meu corpo pútrido não irá exalar seu cheiro habitual, e sim um aroma doce, de paixão. as pessoas não se sentirão incomodadas, não virão me procurar, não arrombarão minha porta, não irão chorar... vou ser esquecido, por morrer de amar. que bela recompensa.
ah!! pro inferno com tudo isso. eu nasci para ser só! eu sempre fui acostumado a solidão! não sei e não quero me dividir. meu coração me avisa: é hora de fugir! pegue seus sentimentos, pegue suas cores e músicas, guarde-os e fuja enquanto não enlouquece!!
seja só. somente seja. só. e tente voltar a dormir.
sempre fui acostumado a viver em solidão. cercado de amigos, os mesmos, sempre. mas em solidão. sempre fui acostumado a viver em solidão. estou me repetindo?
meu humor anda em clima de ultra-romantismo... eu, ser egocentrico, amo, apaixono-me, mato, morro, me mato. sofro, e acho beleza no sofrimento. minha degradação é uma obra de arte.
estou sofrendo e isso não dá mais para dissimular. amo como num conto. vivo como um fugitivo. sempre tive problemas em diferenciar a realidade da minha imaginação.
respira. estou fenecendo nessa cama, vou morrer de amor aqui, para sempre, nessa cama, e ninguém nunca me achará. meu corpo pútrido não irá exalar seu cheiro habitual, e sim um aroma doce, de paixão. as pessoas não se sentirão incomodadas, não virão me procurar, não arrombarão minha porta, não irão chorar... vou ser esquecido, por morrer de amar. que bela recompensa.
ah!! pro inferno com tudo isso. eu nasci para ser só! eu sempre fui acostumado a solidão! não sei e não quero me dividir. meu coração me avisa: é hora de fugir! pegue seus sentimentos, pegue suas cores e músicas, guarde-os e fuja enquanto não enlouquece!!
seja só. somente seja. só. e tente voltar a dormir.
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Neurótico obscuro
domingo, 28 de junho de 2009
palavras são acessórios completamente desnecessários.
aumentam a beleza, floreiam, enfeitam, machucam e destroem...
mas não são necessárias.
o silêncio fala mais do que a boca, fala mais do que palavras, pode ser mais belo e fatal do que palavras.
às vezes as pessoas reclamam por eu não falar muito
talvez elas não tenham a sensibildade de perceber que assim é que eu falo demais
"Se você não consegue entender o meu silêncio de nada irá adiantar as palavras,
pois é no silêncio das minhas palavras que estão todos os meus maiores sentimentos."
aumentam a beleza, floreiam, enfeitam, machucam e destroem...
mas não são necessárias.
o silêncio fala mais do que a boca, fala mais do que palavras, pode ser mais belo e fatal do que palavras.
às vezes as pessoas reclamam por eu não falar muito
talvez elas não tenham a sensibildade de perceber que assim é que eu falo demais
"Se você não consegue entender o meu silêncio de nada irá adiantar as palavras,
pois é no silêncio das minhas palavras que estão todos os meus maiores sentimentos."
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Ego crítico
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